Rango das Mina – Almoço de Domingo

“Marielle ingressou na militância em direito humanos quando uma amiga foi vítima de uma bala perdida numa troca de tiros entre policiais e traficantes no complexo da mare. Ao longo dos últimos anos tornou-se uma líder na luta contra a discriminação, a violência e o arbítrio nas comunidades do Rio de Janeiro. Foi morta, e todos sabem por quem.
Numa sociedade injusta, marcada pela profunda e persistente desigualdade, pelo racismo, pela banalização da vida e pela constante tentativa de subordinação das mulheres negras, não é surpreendente que setores que lutam pelos seus privilégios e pela manutenção de sua dominação sejam tão refratários à ideia de que todas as pessoas devem ser tratadas com igual respeito e consideração.”

Fonte: Gelédes – Instituto da Mulher Negra

Em um dos seus últimos tweets Marielle disse: “Mais um homicídio de um jovem que pode estar entrando para conta da PM. Matheus Melo estava saindo da igreja. Quantos mais vão precisar morrer para que esta guerra acabe?”

O genocídio do povo negro é real.